Depois do arrebatamento da igreja não haverá segunda chance?

SALVAÇÃO

Mas eu, com um cântico de gratidão,
oferecerei sacrifício a ti.
O que eu prometi
cumprirei totalmente.
A salvação vem do Senhor”.
 Jonas 2:9
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O REINO MILENIAL DE CRISTO (Is 35.1,4-9)

1- Que é o Milênio?

 No Milênio, Cristo estabelecerá seu domínio na terra, nos céus e nos mares. Será um tempo sem precedentes na história da humanidade.

Constantemente ouve-se entre os crentes esta interrogação: – Que é o Milênio? -Realmente, existem interpretações que são amontoados de erros doutrinários; que fazem do Milênio uma verdadeira aberração. Uns fazem dele um “Reino” especial, tomando como partida os 144 mil, AP 14.1; 7.1, mas esses pertencem às tribos de Israel, os quais serão selados para dias especiais, AP 7.4,5.

Outros há que já estão formando um reino aqui na terra, como os mórmons.

Então o Milênio é um período de mil anos, predito pelos profetas como sendo o reinado Messiânico, ou seja, o reinado do céu estabelecido na terra, inaugurando uma nova era espiritual, a sétima dispensação, um tempo probatório, especialmente para os que nascerem na época dourada em que Satanás estiver preso.

O Milênio não é o fim nem a consumação de todas as coisas, como alguns supõem, mas um tempo de provação e de preparação para o desfecho completo da obra de Deus, quando então o Senhor Jesus, depois de dominar todas as coisas, entregará o reino ao Pai, lCo 15.24-28.

INTRODUÇÃO

O Milênio é a sétima e última dispensação que haverá na terra. Será um período de mil anos de paz e prosperidade, quando Cristo pessoalmente estará reinando sobre a terra; auxiliado pelos santos que compõem a Igreja. A Bíblia afirma que, neste tempo, Cristo será o Rei de toda a terra.
I – PROPÓSITOS DO MILÊNIO.

Há nas Escrituras uma infinidade de textos referentes ao Milênio. Um dos primeiros, embora seja muito usado, não encontramos nele a palavra Milênio, mas seu sentido profético fala de um tempo em que Cristo reinará na casa de Judá, Gn 49.10: “Não se apartará de Judá o cetro, nem a vara de comando de entre seus pés, até que venha Aquele (Cristo) de quem ele é, e a esse obedecerão os povos”,(VB). Aqui vemos a predição da vinda e do estabelecimento do reino Messiânico. Ao Senhor Jesus, como rei de Judá, com a vara de comando, que fala de seu governo de poder e de autoridade, todos os povos hão de obedecer.

  1.  Em relação a Israel  =>  Colocar Israel à testa das nações. Jerusalém será a capital do mundo (Is 2.2-4; 27.6; Zc 8.3,22,23).
  2.  Em relação às nações  =>  Fazer Cristo reinar sobre elas, e todos os povos O adorarão (Zc 14.9,16).
  3.  Em relação à Igreja => Fazer esta, já glorificada, reinar com Cristo sobre as nações (Ap 5.9,10).

II – ASPECTOS GERAIS DO MILÊNIO.

  1. O Milênio será instalado após a derrota de Satanás (Ap 19.19,20).
  2. Jesus governará com poder toda a terra (Fp 2.9-11).
  3. Todas as coisas estarão sujeitas a Jesus (Ef 1.10; Sl 72.11,17).
  4. O seu reino terá como centro a cidade de Jerusalém; todas as nações, povos, reis e chefes de Estado terão que reconhecer Jerusalém como o centro do poder do mundo; Jerusalém será a capital do mundo (Is 2.2-4; Zc 14.6).
  5. Jesus estabelecerá um governo de justiça e paz (Is 32.7; Mq 4.4). A ferocidade dos animais será tirada (Is 65.25). Toda a terra conhecerá o Senhor (Is 11.9; Jr 31.34). Pela última vez o homem estará sendo provado, e desta vez, pelas melhores condições jamais colocadas a seu serviço.
  6. A maldição será tirada de sobre a terra (Gn 3.17; Sl 72.7). Os lugares secos florescerão, os desertos se tornarão em mananciais, haverá fertilidade na terra, a chuva cairá na época certa e o pasto será abundante para o gado (Is 35.1,2,7; 41.18).
  7. Não haverá mais arma para destruição, todas serão transformadas para o trabalho, as guerras estarão extintas (Is 2.4).
  8.  Será um maravilhoso período de saúde, vida longa, alegria e segurança (Is 33.4; 65.20).
  9. Haverá moradia para todos, até na velhice haverá prazer de viver (Is 61.21,22).
  10. Deus estará atento a cada clamor, a cada pedido do seu povo, todos serão atendidos (Is 65.24).

III – CONSTITUIÇÃO DO REINO.

  1.  A nação judaica  =>  Israel estará presente no reino. Cristo surgirá como libertador dos judeus no momento em que estiverem sofrendo a maior tribulação. E então, todo o Israel será salvo (Rm 11.26,27). O reino de Davi será um reino israelita (Jr 23.3-8).
  2. As nações gentias  =>  As nações sobreviverão a Grande Tribulação  , sobreviverão à todas as pragas e passarão à era do reino.
  3. O Senhor irá governa-las com vara de ferro (Sl 2.7,9). Ele as julgará (Mt 25.31).
  4. Ele as repreenderá por seus atos de guerra (Mq 4.1-3).
  5. As nações que restarem após a batalha de Armagedom, serão forçadas a adorar a Cristo (Zc 14.16-19).
  6.  A Igreja => A Igreja estará presente durante o Milênio.
  7. Os santos reinarão com Cristo (Ap 2.26,27). Eles constituirão um grupo muito especial, distinto dos outros. Serão os únicos seres do reino que passaram pela Ressurreição ou pelo Arrebatamento, e, portanto terão corpos imortais. Eles serão governantes e não súditos.

IV – EVENTOS QUE SUCEDERÃO O MILÊNIO.

  1. A última revolta de Satanás (Ap 20.7-10).
  1. Quando se completar os mil anos do reinado de Cristo, Satanás será solto do Abismo, onde esteve preso por mil anos (Ap 20.1-3). Ele sairá ao encontro das nações para seduzi-las e levá-las à peleja contra o arraial dos santos e a cidade de Jerusalém (Ap 20.9).
  1. Essas nações que serão ajuntadas, serão nações inconversas, que entraram no Milênio e que foram forçadas a obedecerem a Cristo (Sl 2.9).
  2. Esta última tentativa de Satanás será frustrada, ele será derrotado de uma maneira sobrenatural (Ap 20.9). Esta será a última e definitiva derrota de Satanás, após isto, ele será lançado no Lago de Fogo, onde já estão presos o Anticristo e o Falso Profeta (Ap 20.10).
  3. Será então atormentado para todo sempre, de dia e de noite, pelos séculos dos séculos.

 

  1. O Juízo Final (Ap 20.11-15).
  1.  Local do Julgamento –  o “Grande Trono Branco” (Ap 20.11), onde acontecerá logo após o Milênio.
  2.  O Juiz – Jesus Cristo (Gn 18.25; At 10.42). A Igreja O auxiliará nisso (1 Co 6.2,3).
  3.  Os Réus – Serão muitos, a saber:

*  Todos os ímpios que morreram desde o princípio da Criação (Ap 20.12,13).

*  Todos os salvos que morreram durante o Milênio, os quais ressuscitarão.

*  Todos os que estiverem vivos no fim do Milênio, tanto ímpios como justos.

*  Os anjos decaídos e os demônios (Jd v.6; Mt 8.29).

 

  1.  Critérios deste julgamento:

*  Os ímpios – Serão condenados de acordo com suas obras, escritas nos livros (Ap 20.12).

*  Os salvos durante o Milênio – Serão absolvidos por terem os seus nomes escritos no Livro da Vida (Ap 20.15).

*  Os anjos decaídos e os demônios – Serão condenados por terem seguido a Satanás (Mt 25.41).

*  Os que morreram sem conhecer o Evangelho – Não sabemos o que vai acontecer, só Deus sabe (Rm 2.11-16).

  1.  O Estado Eterno.
  2.  Deus destruirá a terra atual (Is 34.4).
  3.  Deus Criará novos céus e nova terra (Is 51.6).
  4.  Deus moverá todos os efeitos do pecado (2 Pe 3.13).
  5.  A nova terra se tornará o Quartel-General de Deus (Ap 21.1-13).

CONCLUSÃO

Que sucederá às nações no Milênio? No Milênio, as nações perderão a noção bélica, a estratégia da guerra: serão um povo pacífico, a desfrutar de grandes privilégios espirituais.

Com o estabelecimento do Milênio, haverá o chamado julgamento das nações, Mt 25.31-34. Uns serão colocados à esquerda do Senhor, enquanto outros à sua direita, cada grupo conforme seu destino, vv 37-46.

Por certo a base do julgamento será o trato que deram aos judeus, o povo de Deus. Aí chegou a hora de serem as obras pesadas em balança fiel e justa: ”Pesados, foram achados em falta…”

É certo que durante o Milênio, muitos povos (nações) procurarão o favor do Senhor por meio dos judeus, Is 2.3; Mq 4.12. “As nações caminharão à sua luz, e todos os reis da terra (aqui inclui os governos) lhe trarão glória”, Ap 21.24, nos Salmos, em Isaías e na maioria dos profetas, encontramos indícios do reino Messiânico.

A época do reino de Cristo será, realmente, maravilhosa, pois todos os poderosos da terra virão prostrar-se ante Ele, trazendo honra e glória. Hoje muitos desprezam o Senhor Jesus, mas chegará o dia em que todo o joelho há de dobrar-se diante dele, Fl 2.11.

Nesse tempo haverá profundo conhecimento espiritual, segundo a revelação da glória de Deus, Is 2.11; 11.9; Zc 14.9; Mq 2.13.O muito importante no Milênio é que as nações perderão a noção bélica, a estratégia da guerra: serão um povo pacífico que transformará a terra inteira numa imensa cultura de mantimentos, Mq 4.3,4; Is 2.4; Jl 3.18; Jr 31.12.Oportunamente, perguntará alguém: Haverá salvação durante o Milênio?

Respondemos: Por certo que sim, porque o Milênio é um tempo probatório, uma dispensação material durante a qual Deus vai provar os que nela nasceram, dando-lhes conhecimentos especiais para serem salvos.

Está escrito: “Naquele dia (no Milênio), diz o Senhor: Congregarei o que coxeia…” Congregarei ao Senhor fala de salvação. Os gentios procurarão a face do Salvador: “As ilhas de longe me procurarão,”, os gentios me procurarão.

Embora a profecia abranja também a pregação do Evangelho em nossos dias, aqui se refere ao Milênio, porque durante essa época, as nações que restarem vão suplicar o favor do Senhor, Zc 8.20-22. Haverá bênção e salvação da parte do Senhor,

Zc 8.13. Como será majestoso aquele dia quando o Senhor se assentar no trono da sua glória, tendo todos os povos humilhados diante dele!

Para algumas seitas o Milênio já chegou.

Entretanto, pela Palavra de Deus, isso só ocorrerá quando Jesus voltar à terra para reinar. Com o Senhor no controle, nações inteiras se converterão e o mundo viverá um período cheio do conhecimento de Deus, pois a Palavra do Senhor encherá toda a terra. Reinos e nações se findaram, mas o reino de Cristo é poderoso e eterno na terra.

 

Pr. Wilian Gomes

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UMA TRÍPLICE PERGUNTA

 (Mt 24:3) – “Quando acontecerão essas coisas? E qual será o sinal da tua vinda e do fim dos tempos?”

— exige uma tríplice resposta. Lucas 21:8-24 mostra o que os discípulos sofreriam antes e depois da destruição do Templo.

A partir do versículo 25 o assunto é a vinda de Cristo para derrotar os inimigos e libertar os judeus convertidos no período de sete anos profetizado por Daniel. O tema de Mateus 24 é a “grande tribulação”, da qual os cristãos terão sido livrados pelo arrebatamento da Igreja descrito em 1 Tessalonicenses 4:13-18.

Tudo em Mateus 24:13-22 tem a ver com Israel, que voltará a ser o testemunho de Deus após a partida da Igreja. “Sacrilégio, “lugar santo”“Judeia” e “sábado” nada têm a ver com cristãos. “evangelho do Reino” a ser pregado em todo o mundo não é o mesmo “evangelho da graça de Deus” (At 20:24) que pregamos, e o “perseverar até o fim” não é para a salvação eterna, mas para a sobrevivência do corpo.

Os sobreviventes entrarão vivos no Reino de mil anos de Cristo na terra, enquanto a Igreja reinará com ele a partir do céu.

Se você já se converteu a Cristo, não irá se encontrar nesta fotografia. Se não se converter poderá estar entre os que serão “levados” pela morte, como quando

“veio o dilúvio e os levou a todos” (Mt 24:37-41).

DE MARIO PERSONA

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Depois do arrebatamento não haverá segunda chance?
Você escreve que ficou surpreendida por eu falar tanto da graça de Deus e, no entanto, acreditar que não haverá segunda chance depois do arrebatamento para quem ouviu o evangelho e não creu. Sim, é o que entendo das escrituras, principalmente de 2 Tessalonicenses 2.

Após o arrebatamento, aqueles que já tinham ouvido o evangelho da salvação e não creram, continuarão até a ser religiosos exteriormente como talvez já o fossem antes. Eles estarão nas fileiras daquilo que Apocalipse chama de “Grande Meretriz”, a mulher que não é a noiva pura, mas a falsa igreja. O livro “Deixados para trás” criou muita confusão na cabeça das pessoas ao ensinar que há pessoas “cristãs” que se converterão depois do arrebatamento.

A verdade é que após o arrebatamento só se converterão aqueles que nunca ouviram o evangelho de forma clara o suficiente para crerem (pode apostar que tem muita gente assim, principalmente nos países do Oriente Médio e Oriente) e também crianças que não tinham idade suficiente para decidir. Portanto, muita gente, principalmente judeus, se converterá e será salva depois do arrebatamento, mas só quem não teve uma chance antes. Essas pessoas não farão parte da Igreja, que terá sido arrebatada, mas será como aqueles que seguiam a Jesus nos dias que antecederam a criação da Igreja, ou como judeus e gentios prosélitos do Antigo Testamento.

Quanto à sua surpresa por achar que isso não combina com a pregação do evangelho da graça de Deus, entenda o arrebatamento como uma “morte súbita” para quem ouviu o evangelho e não creu. Se usar o mesmo raciocínio que usou, ou seja, de que deveria haver uma segunda chance para quem ouviu e não creu, então poderia afirmar que ainda que a pessoa morra haverá outra chance para ela crer depois de morta, caso contrário não seria graça. Mas não é assim. A morte é um ponto final que Deus coloca nas chances daquela pessoa que conheceu o evangelho e não se converteu. Ela teve sua chance e não aproveitou.

O arrebatamento também é um ponto final no tempo que Deus dá aos que ouviram o evangelho e não aceitaram a Jesus. Isto não sou eu quem diz, mas é a Palavra de Deus:

2 Ts 2:11 “E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira; Para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniqüidade”. 

Esta passagem diz claramente que Deus mesmo fará com que as pessoas creiam na mentira, pois ele já fez isso no passado quando endureceu o coração de Faraó depois que este teve sua chance de obedecer o que Deus disse da primeira vez e deixar Seu povo sair do Egito. Quando Deus endurece o coração de alguém é porque antes já ocorreu um endurecimento da parte da própria pessoa.

A questão é: quando é que Deus enviará a operação do erro para que creiam a mentira? O contexto diz, um pouco antes:

2 Ts 2:7- “Porque já o mistério da injustiça opera; somente há um que agora resiste até que do meio seja tirado; E então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda; A esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira, E com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem“. 

Veja a ordem: (1) a operação do mistério da injustiça, (2) a retirada do que resiste, (3) a revelação do iníquo, (4) a operação do erro. Outras traduções:

“A verdade é que o mistério da iniquidade já está em ação, restando apenas que seja afastado aquele que agora o detém”. 

“Pois o mistério da iniquidade já opera; somente há um que agora o detém até que seja posto fora”; 

Eu entendo que este que detém a livre ação do mal neste mundo é o Espírito Santo, que será tirado junto com a Igreja (na qual Ele veio habitar).

A graça de Deus não terminará com o arrebatamento, embora um caráter diferente do evangelho passará a ser pregado então, o mesmo evangelho que João Batista pregava: “Arrependei-vos porque é chegado o Reino”. O que pregamos agora é “Crê no Senhor Jesus e serás salvo”. Os que se converterem depois do arrebatamento não estarão esperando por Cristo para tirá-los do mundo e irem morar no céu, como é o caso do cristão hoje, mas estarão esperando pelo estabelecimento do Reino de Cristo neste mundo durante mil anos.

Se Cristo viesse arrebatar sua Igreja hoje haveria muita gente que nunca ouviu o evangelho. Não sei com que idade você se converteu, mas apesar de frequentar a igreja toda a infância e juventude, e ler a Bíblia antes de minha conversão, na minha lembrança eu só compreendi o evangelho pouco tempo antes de me converter. Para mim a Bíblia era um livro que ensinava como me tornar uma pessoa melhor para Deus me aceitar no final, e Cristo era um mártir, tipo Tiradentes, um exemplo a ser seguido.

A consciência de que eu precisava tomar uma atitude e crer no sangue derramado foi algo totalmente novo para mim, apesar de ter visto tantas vezes as imagens de Jesus crucificado no catolicismo e ter lido várias vezes o evangelho.

Portanto, não se preocupe porque vai ter muita gente que conhecerá o evangelho pela primeira vez durante a tribulação e será salva pela mesma graça que nos salvou.

Pois crerá que o rei é Cristo.

 

2 ideias sobre “Depois do arrebatamento da igreja não haverá segunda chance?”

  1. De tudo que já ouvir sobre o arrebatamento e o grande milênio, esse texto me é a melhor respostas. Na verdade ouvir sobre esse assunto sempre me causava medo devido os suspenses mal esclarecidos. Sempre me mostraram um Cristo castigador e vingativo. Eu não compreendia como um Deus que fala tanto de amor, que se preocupou com seu povo até quando escolherá para si um rei, deixando de lado o Deus soberano; não os deixou sozinhos. Como eu diante de minhas dificuldades e sendo pecadora, vejo a resposta de Deus. Pudesse ser vingativo. Agora focou claro! Recebemos todas as oportunidades agora, não tem mais como dizer eu não sabia! O tempo da graça tem se passado em todos os lugares, por aqueles que o Senhor tem preparado e quis cumprir. Até nos presídios o Senhor têm levantado evangelistas. No leito de morte Deus tem falado. Sinais tem surgido todos os dias, as aberrações tem acontecido e deixando claro o que não provém de Deus. O amor se esfriando cada vez mais; os sacerdotes se vendendo pir tão pouco no maior descaramento. Eu já não sei que igreja seguir. Se você tenta ser diferente é criticado. A VERDADE É QUE A LEI DE DEUS EXISTE. ELE É SOBERANO. E NÃO É HOMEM PARA QUE MINTA NEM SE ARREPENDA. ELE É JUSTO SIM. E agora entendi bem melhor sobre o milênio e arrebatamento. Ótima matéria.

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